terça-feira, 10 de março de 2009

Zé Viola progressive band se apresenta no Bar & Arte em Campina Grande

Imagine se o paraibano Zé Ramalho encontrasse a banda de rock progressivo Pink Floyd, ou mesmo, se Chico César fizesse uma jam session com o Led Zeppelin. Parece improvável, mas estas são fusões imaginadas e executadas pela banda Zé Viola Progressive Band que se apresenta neste sábado, 14 de março às 22 horas, no Bar & Arte, localizado na rua 13 de maio no centro da cidade de Campina Grande.

A Zé Viola progressive band é um projeto dos guitarristas André Nóbrega(guitarrista e vocalista) e Helder Laurentino(Guitarrista e backing vocal). A banda, criada em 2006 tem a proposta de misturar a linguagem regional ao rock progressivo, ambos com influências da década de 70. O nome ZÉ VIOLA é uma homenagem aos músicos Paraibanos Zé Guilherme e Chico Viola pela musicalidade e expressividade regional destes artistas. O fato de serem dois nomes Zé e VIOLA - e a extensão final do nome PROGRESSIVE BAND são inspirações do rock progressivo e de um dos maiores nomes desse gênero, a banda PINK FLOYD, a qual o nome é a junção, também, do nome de dois artistas da época admirados pelos integrantes. Na atual formação, além de André e Helder, tem Edy Gonzaga(baixo) e Nielsen Batista(bateria).

A banda lançou um EP "Devaneios e Espinhos" em 2007, disponível para download gratuito na internet no link do myspace(abaixo), além das bem recebidas apresentações no ESTAÇÃO NORDESTE, PROJETO SEIS E MEIA, PROJETO DA PREFEITURA DO RECIFE, PROJETO GLÓRIA VASCONCELOS, PROJETO SOM DA PRAÇA, PROJETO BANDAS NOVAS da Associação de Músicos da Paraíba e Pátio da MÚSICA URBANA. A banda programa o lançamento de um novo CD para o primeiro semestre deste ano.

Contato:

André Nóbrega - Tel:(83)8827 0700 e-mail: andrevaradouro@hotmail.com

Edmundo Gonzaga - Tel: (83) 8889 1019 e-mail: edygn@hotmail.com

My Space


Texto de divulgação com interferências minhas.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Música Urbana para a posteridade

Em 2008 a loja de discos Música Urbana comemorou dez anos de existência. Fruto do trabalho incessante, paciente e perseverante do seu dono Robério Rodrigues, tornou-se um espaço cultural alternativo dentro da aridez desses tipos de espaços na capital paraibana. É nela que voce encontra seu som preferido, novidades e raridades, seja em disco, video ou livros. E ainda há o apoio para as bandas de rock e pop - local e de outros cantos do país - , que desfilam seus sons no pátio em frente a loja. De quebra ainda encontra os amigos para trocar uma idéia e tomar uma cerveja gelada. Juntando todos os argumentos, é o local de bom astral...
Idealizado e realizado por Jesuíno André ao longo dos anos 2007 e 2008, o video em DVD traz uma singela mostra - com a cara de homenagem - desse espaço que tantos apreciam e pela simpatia do seu dono. Apesar da configuração amadora em sua feitura, serve como registro da tão desprezada memória das nossas vidas, que displicentemte não preservamos.
A Música Urbana é patrimonio dos alternativos e patrimonio da cidade!

Agora podemos assistir via Youtube nos endereços abaixo ou então encomendar uma cópia em dvd na própria loja.
Apoio: Portal Ladonorte

Música Urbana - 10 Anos (parte 1)

Música Urbana - 10 Anos (parte 2)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Zona Zine - O Retorno

Depois de quase dois anos o fanzine Zona-Zine terá o #16 lançado em fevereiro. Carol Morena, mentora e editora do ZZ, programou um evento para comemorar e lançar o fanzine oficialmente.

O lançamento será no pátio de Música Urbana, com pocket shows do Zeca Viana e Onomatopéia Bum (de Recife), Madalena Moog (mandando versões acusticas) e os novos projetos do Rieg Wasa (ex star 61) e Fábio Queiroz (ex Flávio Cavalcanti), o Skylab, além de discotecagem, feira de trocas e venda das camisetas feitas pelo Rieg e pela Sarah Falcão.
Carol ainda lembra: Quem mora distante de João Pessoa e/ou mesmo que não more longe e prefira receber o fanzine em casa, é só mandar um e-mail para morena.carolina@gmail.com.

Serviço:
Lançamento do Zona-Zine#16
Shows com:
Zeca Viana e Onomatopéia Bum / Rieg Wasa / Madalena Moog / Skylab
+ Feira de troca, venda de camisetas e discotecagem da Carol Morena
Quando? 07 de fevereiro
Que horas? 15 horas
Onde? Pátio da loja Música Urbana, no centro (em frente ao antigo Cine Municipal).
Com? Cerveja gelada por R$2,00

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

DESERTO LUNE FAZ SHOW NA LOJA MÚSICA URBANA


Amanhã, dia 31 de Dezembro, a partir das 14 horas, show com o poptiguar Deserto Lune na loja Música Urbana, Centro de João Pessoa.
Esse é um projeto solo do compositor e músico Alexandre Alves que é líder do noise trio natalense The Automatics, banda conhecida dos independentes pessoenses. Com esse formato, toca pela primeira vez em João Pessoa, onde apresentará um set com músicas do seu primeiro disco e tem a participação especial da vocalista paraibana Olga Costa (Nailspop). Será um aquecimento especial do reveillon! Vamos lá!

Deserto Lune Alt-country, folk e pop se misturam na sonoridade do Deserto Lune, projeto paralelo solo de Alexandre Alves,guitarrista e vocalista da guitar band The Automatics, de Natal (RN). Basicamente, e sendo multinstrumentista, ele vem se autoproduzindo e gravando suas canções desde meados de 2006, tocando praticamente tudo sozinho uma tentativa de expressar um clima mais calmo, climático, intimista.
Usando gaita, violão, guitarras semi-acústicas e órgãos no intuito de criar composições mais lentas e atmosféricas, priorizando letras mais em português do que em inglês no seu primeiro EP, intitulado "Mapas planos oceanos", lançado no segundo semestre de 2008.

Deserto Lune: Myspace
Música Urbana: (83) 3042-3212

Texto - Jesuíno André

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Marcelo Mendes - Responde

Primeiro álbum que comprou
A minha casa era cheia de discos quando nasci. O primeiro que ganhei deve ter sido algo do Balão Mágico ou da Blitz. Mas o primeiro disco de rock que lembro de ter ouvido foi o compacto duplo com Kiss me quick, do Elvis – não lembro qual era o lado B.

Música que sabe a letra de cor

As músicas que tenho que cantar – as minhas, sendo que às vezes me esqueço e das bandas em que toco: Repolho e Irmãos Panarotto. Mas há vários discos que eu meio que sei de cor, de tanto ouvir, sei pelo menos um pedaço de cada música, tipo o Abbey Road, dos Beatles, o Stay Sick, do Cramps e o Brighten and the corners, do Pavement.

Álbum antigo que ouve até hoje
Um disco do Muppet Show. Eu adoro as versões em português pras musicas daquele show, elas têm umas rimas absurdas e legais. É uma influência, com certeza. Olha o nome das musicas: “Como é triste ser verde”, “Eu sou meu próprio avô”...

Uma música que está no seu Top 5
Nobody Loves you (when you down and out) – Lennon

Álbum que define o Iê-iê-iê
Em Ritmo de Aventura – Roberto Carlos

Música de sua autoria que gostaria que fosse gravada por
Na prática, eu acho que ia ser legal – e tenho pensado nisso – se o Wander Wildner gravasse algo com potencial mais punk, tipo “Iê-iê-iê” do meu primeiro CD. Sonho, eu queria que as Shangri-las cantassem a musica “Andrea”.

Álbum subestimado que todos deveriam conhecer
Dois: Querem acabar comigo, Roberto – Karine Alexandrino; e Marcelo Birck (2000) – Marcelo Birck, que é o melhor disco das próximas décadas.

Música do dia
Não sei – nada de musica hoje... Pra você ir ouvindo aí: The Crusher – The Cramps.

No momento eu...

LEIO: De tudo, toda hora. No momento, estou lendo Bagombo Snuff Box, do Kurt Vonnegut, Tender is the Night, do Fitzgerald, e Notas de Literatura I, do Adorno, entre outras coisas.

ESCUTO: Um monte de coisa, principalmente rock dos anos 60. Mas escuto Marcelo Birck, garage dos anos 80 (Billy Childish e quetais), Cramps, Leonard Cohen...

ASSISTO: Filmes de terror dos anos 80 – fiz uma lista dos melhores e estou assistindo (ou assistindo de novo). Séries de TV, também, bem nerd que sou.

RECOMENDO: Pra pessoa me achar bacana, não cito livro, porque pra que ler se tu pode ver? Então, eu recomendo The Mighty Boosh, uma série inglesa que é uma viagem pelo tempo e pelo espaço, e The happines of the Katakuri, um filme japonês do Takashi Miike – ambos abobados como eu.

ANDO: Meio desligado.

Ouça:
www.myspace.com/mmeosb
www.tramavirtual.com.br/marcelo_mendes_e_os_bacanas
www.senhorf.com.br

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Pra ver a banda tocar...














Zé Violla em ação no pátio/palco da Música Urbana


Pegando a deixa das palavras do professor Antonio "Madalena Moog" Patativa, o sábado foi rock´n´roll no pátio da Música Urbana.
Dia de sol bonito, muito calor e o povo na rua gastando seus minguados salários nas festas de fim de ano. Parte do meu ficou no caixa de uma lotérica em forma de consumo de energia, tv por assinatura e outros papéis. Brasileiro é besta, gosta de sofrer. Ainda bem que sobrou uns caramingúas transformados em cervejas geladas...

Mesmo rodeado de "unhas-encravadas", a Música Urbana é um espaço de bom astral, proveniente da boa aura do seu dono Robério. Tudo sintonizado para uma trilha sonora à altura. Uma tarde boa com bons amigos, muito embora pensei que tivessem mais desses espiritos amigos encarnados do que os amigos ectoplasmas desencarnados que lotaram o recinto.

Anyway, como diria a amiga jornalista Olga Costa e com quem também concordo que o Zé Violla Progressive Band é uma agradável surpresa musical da cidade. Não seria de estranhar que o homem-música Edmundo estivesse nesse line up. A sonorização tava perfeita, poucas vezes vista/ouvida e ali nem precisa de muito, alias muito só a boa vontade das bandas e do público presente pra fazerem uma tarde bacana. A sonoridade do Zé Violla me lembrou novos grupos revelando velhos conceitos (regionalismo + rock) de forma enxuta sem caricaturas, vide o Nuda e o Maria Scombona. Time (taime) perfeito e c'est fini!

Second quando pediu o boné da antiga banda carregou um bocado de distorção, uma loção impregnada do QOTSA e a vontade de sambista enrustido. Eis um rapaz de talento promissor. E Malaquias Em Perigo é um ótimo nome para essa abordagem, e vou concordar com o professor, se mixarem ousadamente guitarras + cuíca com mais propriedade, a coisa pode dar bom samba...
Quem não foi, perdeu Regis, mais melado que corda de caranguejo, posando de boi tungão e numa sindrome de beijoqueiro tentando - no alto dos seus um metro e oitenta e cinco de altura e 120kg de gordura - distribuir ósculos para todos os lados.

Tudo sobre os olhares atentos das sergipanas Maíra e Débora, dos baianos Marcos e Eliseu, do quase pernambucano RR Abreu, dos adeuses do star Flá, da produtora K-rol Morena, do professor Ramsés, os locais Jota e Marcos Costa e de tantos outros privilegiados espectadores, inclusive até um herói de quadrinhos que foi parar no cinema...
Merry Christmas, I don´t want to fight tonight...

Texto e foto de Jesuíno André.

domingo, 7 de dezembro de 2008

PBRock: saindo do virtual para o real


Psicocedim no palco do Galpão na festa PBRock #2

Listas de discussões na internet. Para que servem mesmo? Pois é, esse é o fator - uma lista virtual só irá conseguir gerar algo positivo se os participantes se dispuserem a fazer algo, mínimo que seja, para sair do campo da “discussão” e partir para a ação. Foi exatamente isto que participantes da lista de discussão “PB-Rock”, criada há cerca de dois anos por Jesuíno André, articulador da cena independente do Estado com a proposta de interligar pessoas da cena rock da Paraíba, fizeram neste domingo, 30 de novembro, no Galpão 14 – Aumenta q é Rock Bar.
Uma festa totalmente articulada dentro da lista, tomou corpo e levou para o palco duas bandas – NUBLADO e PSICOCEDIM, KROLINA MORENA colocando uns sons pra moçada e motivou alguns a levarem CDs, posters, bottons, adesivos, e outras “cositas mas” , para negociar. Motivou também, membros da lista e até quem não faz parte da lista, a discutir assuntos e ações pertinentes a cena musical paraibana. Tudo muito prático, sem maiores complicações e atropelos. É verdade que o Paladino do Rock e Dê Jota, Jesuíno André, infelizmente, nos poupou da sua presença por motivos de saúde. Já confirmou presença na próxima e ainda pagará algumas cervejas como multa pela justificativa duvidosa.

Foi interessante ver que algo pode ser feito, existe interesse e gente interessada em trabalhar nisso. Melhor, algo pode ser feito sem muita complicação e conflitos de interesse. O fato de fazer parte deste grupo não impede que todos sigam em suas próprias estradas, caminhos particulares e projetos pessoais/profissionais. Esta idéia de coletividade plantada inicialmente, consegue sair da inércia com pequenos esforços de cada um dentro do que pode e gosta de fazer. Acho que essa foi a melhor lição dessa reunião. O público que compareceu foi muito bom, mas sentimos falta de alguns da lista, visto que existem cerca de 120 integrantes atualmente. O debata cara-a-cara ajuda no quesito atitude.

Fica o agradecimento especial a quem apoiou o evento: AUMENTA Q É ROCK BAR/GALPÃO 14, ÓLIVER discos(Óliver esteve lá! Raro isso... muito bom!), MÚSICA URBANA, DESIGN TATOO, COLETIVO MUNDO e todo mundo que divulgou e contribuiu de alguma forma pra que tudo acontecesse e obrigado tambémb a galera que emprestou os amps.
Falta marcar a data da próxima.

Texto de Eeeeeedy Nascimento :) Foto dele também.